quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
A árvore de Sophia de Mello Breyner ( Em construção)
No meio da ilha havia uma árvore que era muito querida, os momentos de lazer eram passados à sombra desta árvore, era aqui que os aldeões se encontravam.A árvore cresceu, cresceu até que ficou enorme, dava muita sombra, as casas estavam a ficar húmidas, já ninguém via o sol naquela ilha. Os habitantes tinham que arranjar uma solução, a árvore estava a criar problemas. Reuniram-se e depois de muito pensarem numa solução, corcordaram cortá-la.
6ºB
DIÁLOGOS absurdos
Diálogos Absurdos
Personagens: um lápis, uma borracha, uma folha de papel e Miguel
Certo dia, o Miguel, aluno do 6º ano, assistiu uma cena nunca vista. Na aula de Matemática traçou uma semi-recta e … a borracha saltou para a folha apagando-a.
Ouviu, com grande admiração, uma valente discussão entre o seu lápis e a borracha.
L. – Esta borracha está cada vez mais maluca! Tenho de a deitar fora.
B. – Estás a falar comigo?
L: - Claro, pois apagaste o meu trabalho. Quem te deu esse direito?
B. - Estava tudo torto! Não tens jeito para nada!
L. – Ai é! Se eu não existisse, tu não terias o que apagar. Não servias para nada!
B. - Pois, mas se não fosse eu, os trabalhos do Miguel, ficariam uma desgraça!
P. – Estejam calados. Estou farto de ouvir discussões.
B. L. – E… se te calasses também?
P. - OK, calo-me mas depois não me venham pedir conselhos.
B. L. – Ok, ok. Venha lá esse conselho.
P. – Se eu…
B.P. – Se tu, o quê?
P. – Não me deixaram acabar!
B.L. – Já não está cá quem falou.
P. – Se eu não existisse tu, não podias apagar tu, escrever, e o Miguel não conseguirá positivas.
M. – Não me metam nisso, ok?
P. – Vocês os dois são importantes, Aliás, somos todos. Façam-me um favor.
B.P. – Sim, qual?
P. – Parem de discutir.
B. – O papel tem razão. Vamos parar com discussão?
P. – Acho que sim o papel tem razão. Vamos parar de discutir.
B. – Ok.
B.L.P.M. – Ora assim é que está bem. Todos ao trabalho.
Diana Carvalho. Nº 8, 7ºB
Personagens: um lápis, uma borracha, uma folha de papel e Miguel
Certo dia, o Miguel, aluno do 6º ano, assistiu uma cena nunca vista. Na aula de Matemática traçou uma semi-recta e … a borracha saltou para a folha apagando-a.
Ouviu, com grande admiração, uma valente discussão entre o seu lápis e a borracha.
L. – Esta borracha está cada vez mais maluca! Tenho de a deitar fora.
B. – Estás a falar comigo?
L: - Claro, pois apagaste o meu trabalho. Quem te deu esse direito?
B. - Estava tudo torto! Não tens jeito para nada!
L. – Ai é! Se eu não existisse, tu não terias o que apagar. Não servias para nada!
B. - Pois, mas se não fosse eu, os trabalhos do Miguel, ficariam uma desgraça!
P. – Estejam calados. Estou farto de ouvir discussões.
B. L. – E… se te calasses também?
P. - OK, calo-me mas depois não me venham pedir conselhos.
B. L. – Ok, ok. Venha lá esse conselho.
P. – Se eu…
B.P. – Se tu, o quê?
P. – Não me deixaram acabar!
B.L. – Já não está cá quem falou.
P. – Se eu não existisse tu, não podias apagar tu, escrever, e o Miguel não conseguirá positivas.
M. – Não me metam nisso, ok?
P. – Vocês os dois são importantes, Aliás, somos todos. Façam-me um favor.
B.P. – Sim, qual?
P. – Parem de discutir.
B. – O papel tem razão. Vamos parar com discussão?
P. – Acho que sim o papel tem razão. Vamos parar de discutir.
B. – Ok.
B.L.P.M. – Ora assim é que está bem. Todos ao trabalho.
Diana Carvalho. Nº 8, 7ºB
Será que...?
Juntei várias louças,
Fiz um louceiro.
Comprei muita roupa,
Enchi o roupeiro.
Juntei chocolates
Tornei-me chocolateiro.
Quis comer morangos,
Fui colhê-los ao morangueiro.
Será que com um congelador,
Se congela o mundo inteiro?
Mariana Rocha Ferreira, Nº12, 6ºH
Fiz um louceiro.
Comprei muita roupa,
Enchi o roupeiro.
Juntei chocolates
Tornei-me chocolateiro.
Quis comer morangos,
Fui colhê-los ao morangueiro.
Será que com um congelador,
Se congela o mundo inteiro?
Mariana Rocha Ferreira, Nº12, 6ºH
Não quero, não
Não quero, não quero, não,
ser soldado nem capitão.
Quero um cão só meu,
seja um cãozinho ou um canzarrão,
que seja fofinho,
que encha de alegria o meu coração.
Não quero, não quero, não,
ser soldado nem capitão.
Quero ter uma mansão,
nos montes do Marão,
quero que seja grande,
mas vai custar um dinheirão.
Não quero, não quero, não,
ser soldado nem capitão.
Hugo Martins, Nº9, 6ºH
Não quero, não
Não quero, não quero, não,
ser ladrão ou charlatão.
Quero um carro só meu,
um carrão ou um foguetão,
sentir a velocidade,
sentir o volante na mão.
Não quero, não quero, não,
ser ladrão ou charlatão.
Quero ser bombeiro,
salvar vidas com determinação,
sentir-me muito orgulhoso,
viver a vida com razão.
Não quero, não quero, não,
ser ladrão ou charlatão.
Marcelo Teixeira, Nº11, 6ºH
Não quero, não
Não quero, não quero, não,
ser soldado nem capitão.
Quero ser cientista,
não quero ir para a prisão.
Quero aprender e viver,
mas morrer, não.
Não quero, não quero, não,
ser soldado nem capitão.
Não quero ir para a guerra,
mas quero saber a sua razão.
Quero cantar uma canção,
para alegrar o meu coração.
Não quero, não quero, não,
ser soldado nem capitão.
Luis Silva, Nº10, 6ºH
Não quero, não
Não quero, não quero, não,
ser padre nem capelão.
Quero ser jogador,
para ganhar um dinheirão,
e poder ajudar,
a quem me estendeu a mão
Não quero, não quero, não,
ser padre nem capelão.
Quero ser cirurgião,
para tratar o coração,
pô-lo a trabalhar,
sempre com grande emoção.
Não quero, não quero, não,
ser padre nem capelão.
Nuno Carneiro, Nº13, 6ºH
ser soldado nem capitão.
Quero um cão só meu,
seja um cãozinho ou um canzarrão,
que seja fofinho,
que encha de alegria o meu coração.
Não quero, não quero, não,
ser soldado nem capitão.
Quero ter uma mansão,
nos montes do Marão,
quero que seja grande,
mas vai custar um dinheirão.
Não quero, não quero, não,
ser soldado nem capitão.
Hugo Martins, Nº9, 6ºH
Não quero, não
Não quero, não quero, não,
ser ladrão ou charlatão.
Quero um carro só meu,
um carrão ou um foguetão,
sentir a velocidade,
sentir o volante na mão.
Não quero, não quero, não,
ser ladrão ou charlatão.
Quero ser bombeiro,
salvar vidas com determinação,
sentir-me muito orgulhoso,
viver a vida com razão.
Não quero, não quero, não,
ser ladrão ou charlatão.
Marcelo Teixeira, Nº11, 6ºH
Não quero, não
Não quero, não quero, não,
ser soldado nem capitão.
Quero ser cientista,
não quero ir para a prisão.
Quero aprender e viver,
mas morrer, não.
Não quero, não quero, não,
ser soldado nem capitão.
Não quero ir para a guerra,
mas quero saber a sua razão.
Quero cantar uma canção,
para alegrar o meu coração.
Não quero, não quero, não,
ser soldado nem capitão.
Luis Silva, Nº10, 6ºH
Não quero, não
Não quero, não quero, não,
ser padre nem capelão.
Quero ser jogador,
para ganhar um dinheirão,
e poder ajudar,
a quem me estendeu a mão
Não quero, não quero, não,
ser padre nem capelão.
Quero ser cirurgião,
para tratar o coração,
pô-lo a trabalhar,
sempre com grande emoção.
Não quero, não quero, não,
ser padre nem capelão.
Nuno Carneiro, Nº13, 6ºH
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
POEMAS DO 5º B
POEMAS DE NATAL
O Natal está a chegar
As prendas vamos abrir
O pinheiro vamos enfeitar
Sei que nos vamos divertir.
Junto à lareira, vamos cantar
Canções ao Menino Jesus
Gostamos de recordar
Qu’ Ele é a nossa luz.
Dos doces de Natal
As rabanadas são o que mais me agrada
Não me levem a mal
Mas o resto não aprecio nada.
Yasmine Moradalizadeh, nº 26
Tempo de Natal
Nasceu o Salvador
De seu nome Jesus
Que morreu na cruz
Com muita dor.
Demos todos as mãos
Nesta quadra de amor
Peço-vos, por favor
Que sejamos irmãos.
Tempo de paz e harmonia
E cheios de felicidade
Saibamos dar amizade
A todos com alegria!
Joana Fonseca, nº 18
O Natal é uma tradição
Cheia de alegria
José é o pai
E a mãe é Maria.
Daniela Lopes, nº10
A noite está linda e estrelada
Um frio de rachar.
Estamos em Dezembro
E o Natal está a chegar.
Eduardo, nº 12
Amar é
Chorar sem motivos
É sorrir de felicidade
É andar no meio da multidão
É sonhar com o amor que amamos.
Marcos Braga, nº 19
Escrevi o teu nome
Com muita paixão
Numa bela caixinha
Que se chama coração.
Constantino, nº 8
O mar acaba na areia
O fumo acaba no ar
E eu
Acabo por te amar.
Diogo, 5º B
Nesta noite muito fria
Estava eu a pensar
Vou escrever um poema
De pernas para o ar.
Não entres nessa porta
Porque está pintada.
Não entres nessa porta
Porque está molhada.
Nesta noite de luar
Estava eu a escrever
Um poema
Para a escola levar.
Vitória Pereira, nº 25
A minha irmã
14 de Novembro de 2005
O melhor dia da minha vida!
A minha irmã nasceu
Ai! Que alegria!
Saí da sala a correr
Só para ir ao hospital!
Cheguei ao pé dela
Já não sabia o que dizer.
Ela era tão linda!
Linda de morrer!
Já tem quatro aninhos
Agora já cresceu
Andamos no escorrega
Ela e eu.
Filipa Soares, nº 13
A Rute de Paris
Come uma perdiz,
A Almerinda de Roriz
Não sabe o que diz.
Tão chata que é!
Dei-lhe um pontapé
Foi parar a Loulé
E morreu de pé!
Inês Abreu, nº 17
O Natal está a chegar
As prendas vamos abrir
O pinheiro vamos enfeitar
Sei que nos vamos divertir.
Junto à lareira, vamos cantar
Canções ao Menino Jesus
Gostamos de recordar
Qu’ Ele é a nossa luz.
Dos doces de Natal
As rabanadas são o que mais me agrada
Não me levem a mal
Mas o resto não aprecio nada.
Yasmine Moradalizadeh, nº 26
Tempo de Natal
Nasceu o Salvador
De seu nome Jesus
Que morreu na cruz
Com muita dor.
Demos todos as mãos
Nesta quadra de amor
Peço-vos, por favor
Que sejamos irmãos.
Tempo de paz e harmonia
E cheios de felicidade
Saibamos dar amizade
A todos com alegria!
Joana Fonseca, nº 18
O Natal é uma tradição
Cheia de alegria
José é o pai
E a mãe é Maria.
Daniela Lopes, nº10
A noite está linda e estrelada
Um frio de rachar.
Estamos em Dezembro
E o Natal está a chegar.
Eduardo, nº 12
Amar é
Chorar sem motivos
É sorrir de felicidade
É andar no meio da multidão
É sonhar com o amor que amamos.
Marcos Braga, nº 19
Escrevi o teu nome
Com muita paixão
Numa bela caixinha
Que se chama coração.
Constantino, nº 8
O mar acaba na areia
O fumo acaba no ar
E eu
Acabo por te amar.
Diogo, 5º B
Nesta noite muito fria
Estava eu a pensar
Vou escrever um poema
De pernas para o ar.
Não entres nessa porta
Porque está pintada.
Não entres nessa porta
Porque está molhada.
Nesta noite de luar
Estava eu a escrever
Um poema
Para a escola levar.
Vitória Pereira, nº 25
A minha irmã
14 de Novembro de 2005
O melhor dia da minha vida!
A minha irmã nasceu
Ai! Que alegria!
Saí da sala a correr
Só para ir ao hospital!
Cheguei ao pé dela
Já não sabia o que dizer.
Ela era tão linda!
Linda de morrer!
Já tem quatro aninhos
Agora já cresceu
Andamos no escorrega
Ela e eu.
Filipa Soares, nº 13
A Rute de Paris
Come uma perdiz,
A Almerinda de Roriz
Não sabe o que diz.
Tão chata que é!
Dei-lhe um pontapé
Foi parar a Loulé
E morreu de pé!
Inês Abreu, nº 17
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